Caros leitores, fala-se muito em mídia e na passividade que ela emprega mesmo automaticamente em seus seguidores. E é disso que vamos tratar neste post. Por que tamanha inibição diante do comércio da publicidade? De onde vem tanta confiança num espaço onde o lucro é visto como único valor considerável e relevante? São boas questões. Talvez sem respostas, ou quem sabe, possua um leque de respostas e, até soluções... Será que a preguiça em debater é maior do que a vontade de solucionar?
Pelo que tenho visto, sim. Afinal, qual a razão pra se preocupar em algo que só beneficia, te envaidece, te premia com produtos esquematizados de forma tão espetaculosa. Bom, todos nós sabemos que a mídia rotula, e assim como rotula, impregna. Hoje talvez isso possa ter sofrido uma maior flexão, mas, desafio quem está lendo este meu post a imaginar Sandy no início de carreira fazendo propaganda de uma cerveja. Contraditório, não? Pois é, no entanto, isso mudou. Recentemente, a cantora de voz meiga e aparência angelical “quebrou” a fantasia de que era apenas uma boneca de porcelana e incapaz de um gesto mais atrevido.
O grande emblema é que Sandy estava lá, caprichando nas caras e bocas e vendendo imagem da “DEVASSA”, tendo dias depois declarado que detestava cerveja, e ainda, que achava natural fazer propaganda de algo que não gosta. A cantora, inclusive, ousou ao dizer que duvidava que Xuxa usasse mesmo o hidratante monange, do qual ela sempre fez propaganda.
O fato não é o que Sandy deixou ou não de fazer na mídia, mas sim a posição a que ela se sujeitou talvez com um objetivo unicamente monetário. Não estou aqui pra criticá-la, afinal não tenho propriedade pra fazer um julgamento deste porte. Apenas considero questões talvez esquecidas por muitos, em que o valor lucrativo e social superaram até mesmo um traço da personalidade, o gosto por uma bebida. Pode parecer bobo, talvez seja, mas é uma questão no mínimo engraçada!
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