Atualmente, é notória a “guerra” entre homens e mulheres, e isso não se restringe apenas a questões sexuais. Falo de mercado de trabalho, de flerte (levando em conta o fato de que as mulheres estão cada vez mais ousadas e versáteis nas suas estratégias de caça). Essa rivalidade não vem de hoje, mas de muito tempo, em que já eram estabelecidos os costumes adequados a homens e mulheres. Podemos tomar como exemplo os diferentes pesos que alguns termos popularescos e tendenciosos têm sobre os diferentes sexos. Hoje em dia, se chamarmos um homem de “galinha”, ele é visto com bons olhos, como garanhão, como D. Ruan, agora, se invertemos os papéis, ou melhor, os rótulos, a coisa muda de figura. Um termo como esse atribuído a uma mulher é visto como ofensa, falta de respeito!
O foco central deste post é universalizar e modernizar o pensamento de algumas pessoas quanto a esta competição, essa “lei de sobrevivência”, pois o preconceito está intrínseco nisso. Não me limito a dizer que o machismo é predominante, mas também o feminismo excessivo, doentio. Algumas mulheres têm verdadeira aversão aos homens, talvez por um trauma ou até mesmo uma consciência da autoridade e força que uma parcela de homens impõe sobre as mulheres, e a partir daí, exercem toda essa repulsa. OPEN YOUR MINDS, PLEASE!
P.s.: Gostaria de agradecer de ante-mão a todos que visitaram e/ou comentaram nosso blog! Sua participação é sempre bem-vinda. Quero aproveitar pra assumir um compromisso, onde prometo me esforçar pra postar num ritmo constante e regular. Mais uma vez, obrigado. Igor!
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